
Há 50 anos a pílula anticoncepcional era lançada no mercado americano. Em 1960 quando a FDA (Food and Drug Administration) registrou como “The Pill”, deu-se início a uma revolução na reproduçao feminina, bem como na vida sexual das mulheres da época. Na época sugiram muitos debates acerca de moralidade e possíveis efeitos colaterais nocivos no organismo feminino, e ao longos dos anos 60 somente mulheres casadas podiam adquirir a pílula.
As pílulas podem ter uma combinação de estrógeno e progesterona ou somente progesterona. Elas atuam impedindo a ovulação e alterando o muco cervical (no caso das de progesterona especialmente) dificultando assim a entrada do espermatozóide no útero.
"Há 50 anos, não se sabia qual era a dose necessária de hormônios para se bloquear a ovulação e, por isso, a dose era maior do que a necessária. E esse excesso provocava uma série de efeitos colaterais como náuseas, dores de cabeça, trombose e outros problemas", lembra o ginecologista Rogério Bonassi, presidente da comissão de contracepção da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
Hoje, um anticoncepcional tem dose hormonal dez vezes menor do que há 50 anos. Essa redução drástica diminuiu o risco de efeitos colaterais e garantiu o posto de um dos medicamentos mais vendidos no País. Além disso, a pílula passou a ser indicada para amenizar os sintomas da TPM e diminuir o fluxo menstrual e cólicas
Gerente do Programa de Saúde da Mulher do Rio, Chrystina Barros afirma que devido às diversas combinações e dosagens, deve-se usar a pílula prescrita pelo médico. "O anticoncepcional indicado para uma mulher não é o melhor para a vizinha. Uma adolescente precisa de pílulas para regularizar o fluxo e uma mulher que amamenta precisa de outra que não deixa passar hormônio para o bebê, por exemplo."
A Organização Mundial de saúde revela que mais de 80 milhões de mulheres utilizam a pílula anticoncepcional no mundo. O maior percentual de consumidoras reside na Europa e nos Estados Unidos e utilizam o método para planejar o tamanho da família, se dedicar aos estudos e à carreira.
Fontes: http://pauser-ser.blogspot.com/2010/05/pilula-anticoncepcional.html
http://www.lazerbeleza.com/2010/03/22/50-anos-da-pilula-anticoncepcional/
http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI4584532-EI1497,00 Anticoncepcionais+de+hoje+combatem+da+TPM+ao+cancer.html
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