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domingo, 12 de setembro de 2010

História do Absorvente

De acordo com dados da instituição americana Museu da Menstruação e da Saúde Feminina, na Antiguidade, em Roma, as mulheres enfiavam pequenos chumaços de lã no interior da vagina para conter o fluxo menstrual. Em algumas tribos da África, usavam rolinhos de grama. As gregas revestiam ripas de madeira com várias camadas de retalho. Já as japonesas se viravam confeccionando canudinhos de papel. Na Indonésia, fibras vegetais eram usadas na tentativa de absorver o fluxo, ao passo que, no Egito, canutilhos de papiro faziam as vezes de absorvente

higiênico. Todas essas invenções eram intravaginais – por isso, era melhor deixar um pedacinho para fora, para facilitar a retirada.

Registros arqueológicos mostram que, desde o século 15 a.C, as mulheres já pensavam em alguma espécie de proteção para aqueles dias. Mas uma das referências mais conhecidas acerca do assunto é encontrada nos escritos deixados pelo grego Hipócrates, mencionando expressamente a utilização de protetores intravaginais entre suas contemporâneas – ele viveu de 460 a 370 a.C.

Durante toda a Idade Média uma opção eram as toalhinhas higiênicas, feitas de qualquer resto de tecido – não raro, elas levavam ao surgimento de coceiras, assaduras e irritações no corpo. De todo modo, qualquer coisa devia ser melhor do que o isolamento a que as mulheres de diversas tribos indígenas eram submetidas: elas ficavam longe dos olhos dos outros, sentadas numa espécie de ninho, que absorvia o sangue.

Só no século 19 têm início pesquisas voltadas ao desenvolvimento de apetrechos mais funcionais. Em 1933 o absorvente interno foi patenteado, mas a novidade só chegou ao Brasil 40 anos depois. Por outro lado, toalhas descartáveis já ocupavam as prateleiras desde o fim da Primeira Guerra. Algumas tinham o formato de uma calcinha, ficando presas à cintura, enquanto outras eram presas com alfinetes – os absorventes com fita adesiva chegaram em 1970.

Um alívio sem precedentes, que livrou as mulheres de preocupações, como a de o que fazer para que ninguém visse o varal coalhado de retalhos.

Fonte: http://historia.abril.com.br/comportamento/como-faziamos-absorvente-434588.shtml

Cólicas


Drauzio Varella – Anatomicamente, como se pode explicar a cólica menstrual ?

Mara Diegoli – O útero é um órgão de 7cm com o formato de uma pêra, constituído por três camadas: externa, média e interna. A camada interna é a responsável pelo aparecimento das cólicas menstruais. Todos os meses ela cresce, fica bem grande à espera do embrião. Se ele não vem, a camada interna descama em forma de sangramento, a menstruação e, enquanto descama, libera prostaglandina que faz o útero contrair para eliminar o sangue. Essa compressão comprime os nervos e os vasos que passam pelo músculo uterino. Por isso, a mulher sente dor.

Drauzio – Por que a intensidade da dor varia de uma mulher para outra

Mara Diegoli – Se a tensão pré-menstrual ocorre nas mulheres com mais idade, a cólica menstrual acomete mais as adolescentes, porque seu útero ainda é pequeno e o orifício de saída mais fechado. Ora, agindo em grande quantidade e não conseguindo escapar do local, a prostaglandina faz com que o útero se contraia e contraia com mais intensidade e isso provoca dor forte. À medida que a adolescente vai ficando mais velha, seu útero cresce e a prostaglandina liberada tem espaço para espalhar-se. Além disso, especialmente quando a mulher já teve filhos, o colo uterino mais aberto facilita a saída do sangue e da prostaglandina.

Drauzio – A cólica menstrual pode ser minimamente sintomática ou muito forte. Por quê?

Mara Diegoli – As pesquisas mostram que 25% das mulheres não sentem cólicas menstruais e que 75% sentem cólicas em diferentes graus de intensidade. Desses 75%, um quarto sente dor muito forte. É o caso da menina que sai de casa bem, vai para a escola e de repente menstrua e acaba no pronto socorro por causa da dor.

Drauzio – Qual a localização das cólicas menstruais?

Mara Diegoli – Localizam-se sempre no baixo ventre. É uma dor referida que se irradia para as costas e confunde-se com a das cólicas intestinais, especialmente porque a prostaglandina também age no intestino que fica mais irritável.

Drauzio – Quais as principais características da dor da cólica menstrual?

Mara Diegoli – É uma dor aguda e intermitente, que dura um, dois, às vezes, quinze segundos ou até um minuto e passa, mas volta em seguida com toda a intensidade. É uma dor seqüencial: dói/passa, dói/passa, volta a doer e a passar. Sem medicamento, ela perdura por algumas horas ou alguns dias.

Drauzio – As mulheres conhecem mil receitas que herdaram de suas mães e avós para combater as cólicas menstruais. O que pode melhorar e piorar a cólica menstrual?

Mara Diegoli – As mulheres mais velhas diziam que a dor piorava quando tomavam banho frio e lavavam a cabeça. Piorava mesmo, porque água fria promove o estreitamento dos vasos. Como a prostaglandina não tem por onde fugir, sua presença aumenta as contrações uterinas e a dor fica mais forte. Ao contrário, o calor é bem-vindo. Quando a mulher usa bolsa de água quente, os vasos dilatam, a prostaglandina vai embora e a intensidade da dor diminui.

Drauzio –Como você orienta a mulher que uma semana antes da menstruação começa a sentir-se tensa, irritada, com dor de cabeça e indisposta?

Mara Diegoli – A primeira orientação é que a mulher passe a registrar os sintomas num calendário. Se a dor de cabeça manifestar-se no período pré-menstrual e menstrual, não há dúvida de que está relacionada com a produção de hormônios.

Drauzio – Quais os medicamentos indicados para combater as cólicas menstruais?

Mara Diegoli – Existem medicamentos de vários tipos, como os analgésicos e os antiinflamatórios. O problema é que a mulher aprende a automedicar-se e isso está errado. Bons medicamentos para controlar a dor podem provocar efeitos colaterais indesejáveis se tomados com muita freqüência. Por isso, ela só deve tomar remédios prescritos por um médico. Normalmente, inicia-se o tratamento com os mais leves, com menos efeitos colaterais adversos. Se a resposta não for satisfatória e a dor continuar forte, muda-se o medicamento. Existem os que fazem parar as contrações uterinas e os que impedem a produção de prostaglandina. Desaparecendo o fator causal, a dor passa.

Luiz Rodrigo Valvassoura – Franca/SP – O uso de anticoncepcionais contribui para o aumento da dor?

Mara Diegoli – Ao contrário. Os anticoncepcionais diminuem a produção de prostaglandina, portanto melhoram muito a dor. Às vezes, a adolescente começa a tomar pílula e as cólicas diminuem de intensidade.

Sayonara Pinto Zatta – Vila Velha/ES – A cólica menstrual é um sintoma obrigatório na vida da mulher?

Mara Diegoli – Não é. Ao contrário, a mulher não veio ao mundo para sofrer. Se tem cólica, deve procurar tratamento, que hoje existe e é eficaz.

Fonte: http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/736/colicas-menstruais/pagina2/sintomas-da-tpm

Tensão Pré-Menstrual.


Sintomas típicos
Psíquicos
Tensão; Variações de humor; Irritabilidade; Dificuldade de concentração; Letargia; Depressão.
Físicos
Aumento de peso; Retenção de líquidos; Inchaços; Flacidez dos seios; Dores articulares e musculares; Náuseas; Vômitos e Dores.

Noutros tempos, acreditava-se que a síndrome pré-menstrual era algo que apenas "passava pela cabeça" das mulheres. Hoje sabe-se que esses sintomas são reais e não imaginários. De fato, calcula-se que 30 a 40 por cento das mulheres apresentam sintomas suficientemente graves para perturbar as suas atividades quotidianas. Ninguém sabe ao certo o que provoca a síndrome pré-menstrual. Alguns especialistas acreditam tratar-se de alterações químicas no cérebro. Os hormônios também podem ter o seu papel.


Não há nenhum teste que permita diagnosticar a síndrome pré-menstrual. O médico poderá pedir que a garota estabeleça uma tabela das suas menstruações para apurar quando ocorrem e por quanto tempo continuam.

Tratamento sem medicamentos

O tratamento depende da identificação de quais são os sintomas mais perturbadores. Depois desta fase prévia torna-se necessária, quase sempre, uma combinação de medidas. Pode começar por uma alteração da dieta. A escolha de alimentos que contenham doses elevadas de hidratos de carbono complexos (frutos, vegetais e cereais integrais) é altamente recomendável. Ao mesmo tempo, é também preferível ingerir várias refeições diárias, em vez das habituais três mais completas. Limitar a cafeína, o álcool e os alimentos salgados integra ainda a escolha de uma dieta adequada.
Para além da componente da alimentação, as mulheres deverão recorrer à prática regular de exercício físico. Experimente os exercícios aeróbicos leves (caminhada rápida, bicicleta) durante 20 a 30 minutos, pelo menos três vezes por semana. Na altura em que a síndrome pré-menstrual se manifestar, intensifique o exercício.
Também não perde nada se aprender algumas técnicas de redução do stress como o relaxamento muscular progressivo ou os exercícios de respiração profunda.

Casos mais sérios

Se as estratégicas de alteração do modo de vida não reduzirem os sintomas em 2 ou 3 meses, o médico poderá prescrever alguns medicamentos. Uma possibilidade passa pelos contraceptivos orais. Estes produzem o efeito de interromper a ovulação, o que permite, geralmente, aliviar os sintomas. Os contraceptivos orais mais recentes apresentam menores efeitos colaterais.
É também possível, embora aqui as certezas sejam menores, que uma bebida com uma fórmula que mistura hidratos de carbono, vitaminas e minerais possa diminuir os estados de depressão, irritabilidade e confusão. A vitamina E parece poder igualmente auxiliar a dissipar os sintomas da síndrome pré-menstrual. Alguns estudos afirmam que a vitamina E reduz significativamente os sintomas, mas até hoje apenas foram publicados resultados marginais ou sem significado.

Ciclo Menstrual




Toda menina nasce com até 450 mil óvulos armazenados nos ovários. Na época da primeira menstruação, geralmente entre os 10 e os 14 anos, esses óvulos começam a amadurecer e a ser liberados, um a um, mensalmente. O óvulo é liberado do ovário e cai em estruturas parecidas com franjas na extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio), que o vão transportando, devagar, com um movimento ondulatório, até o útero. Se no meio do caminho o óvulo for fertilizado por um espermatozóide, ele vai se alojar quando chegar ao útero e se multiplicar até se transformar no bebê e na placenta. Se a fertilização não acontecer, o óvulo será eliminado, junto com o revestimento interno do útero -- o que compõe sua menstruação.

Como é um ciclo menstrual?

Um ciclo menstrual normal costuma durar cerca de 28 dias, contando desde o primeiro dia da menstruação até o início da menstruação seguinte. Há mulheres que têm ciclos bem mais curtos, com até 21 dias, e outras possuem ciclos mais compridos, de até 35 dias. É preciso ser avaliada pelo médico se você tiver sangramentos no meio do ciclo ou depois de ter relações sexuais.

Como os hormônios funcionam

Seu ciclo menstrual é controlado por uma série de hormônios produzidos por partes diferentes do corpo:

• Hormônio liberador de gonadotropina (produzido pelo hipotálamo, que fica no cérebro)

• Hormônio folículo-estimulante (produzido pela hipófise, uma glândula que também fica no cérebro)

• Hormônio luteinizante (também produzido pela hipófise)

• Estrogênio (produzido pelos ovários)

• Progesterona (também produzida pelos ovários)

O processo começa no cérebro. O hipotálamo produz o hormônio liberador da gonadotropina (GnRh), que vai até a hipófise e determina a produção ali do hormônio folículo-estimulante (FSH). O FSH entra na corrente sanguínea e chega até os ovários, estimulando o amadurecimento dos óvulos. Entre 15 e 20 "sacos", chamados folículos, contendo óvulos começam a amadurecer. Um deles (às vezes dois ou mais) se desenvolve mais rápido que os outros: é o folículo dominante.

O FSH também estimula os ovários a produzir estrogênio. Esse hormônio incentiva os óvulos a amadurecer e determina que o revestimento interno do útero fique mais espesso, para que possa abrigar um eventual óvulo fertilizado.

Ovulação: o óvulo é liberado

À medida que os níveis de estrogênio no sangue aumentam, os níveis de FSH diminuem temporariamente, para depois crescerem de novo. Esse novo aumento é acompanhado pela forte secreção pela hipófise do hormônio luteinizante (LH). É o LH que deflagra a ovulação -- o momento em que o óvulo mais maduro rompe o folículo e sai do ovário. Logo que é liberado, o óvulo é capturado pela extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio).

O colo do útero, o "gargalo" que une o útero à vagina, normalmente produz um muco opaco e espesso, que os espermatozóides não conseguem penetrar. Pouco antes da ovulação, no entanto, o estrogênio faz com que essa secreção mude de aspecto: ela fica mais fina, transparente e viscosa, parecida com clara de ovo. Através dela os espermatozóides conseguem passar pelo colo do útero e nadar até as tubas uterinas, para então encontrar o óvulo. É na tuba (ou trompa) que a fertilização costuma acontecer.

Depois da ovulação

Dentro do ovário, o folículo vazio de onde o óvulo saiu se transforma no corpo lúteo. Trata-se de um pequeno aglomerado de células amarelado, que começa a produzir a progesterona. A ação da progesterona faz com que o muco que reveste o colo do útero e a vagina volte a ficar opaco e impenetrável aos espermatozóides. Também estimula o revestimento interno do útero, que fica mais espesso e de aspecto esponjoso, devido ao forte afluxo de sangue. É o endométrio, que está pronto para receber o zigoto (óvulo fertilizado por um espermatozóide).
Conforme a concentração de progesterona no corpo aumenta, os seios ficam mais volumosos e sensíveis. A hipófise pára de produzir o FSH, para que nenhum outro óvulo amadureça.

Quando há fertilização...

Quando um espermatozóide fertiliza o óvulo dentro da tuba uterina, o óvulo continua descendo até chegar ao útero, onde se aninha no endométrio, o revestimento interno do útero. A essa altura, o zigoto já possui cerca de 150 células. A viagem desde o ovário até o útero leva cerca de cinco dias. Os níveis de progesterona continuam altos, o corpo lúteo continua trabalhando e pode se transformar num cisto temporário, e é possível que você comece a sentir os primeiros sintomas da gravidez.

Quando não há fertilização...

Se o óvulo não for fertilizado ou se, mesmo fertilizado, não conseguir se implantar no endométrio, ele começa a se desintegrar, e o corpo lúteo diminui. Os níveis de estrogênio e de progesterona caem, e o revestimento interno do útero começa a produzir prostaglandina. Essa substância modifica a irrigação sanguínea do útero, fazendo com que o endométrio se rompa e que o útero comece a se contrair para expulsá-lo (daí a cólica menstrual). A menstruação desce, e o óvulo não-fertilizado é eliminado junto com o revestimento uterino. Com isso, o ciclo recomeça.

http://brasil.babycenter.com/preconception/tentativas/entenda-seu-ciclo-menstrual/

25 Perguntas Sobre Menstruação


1. O que é menstruação?
Quando a mulher não engravida, o organismo expele o óvulo que estava no útero e não foi fecundado. Com ele, vai o endométrio, a camada que reveste o útero.

2. Quanto sangue uma garota perde durante a menstruação?
Os médicos calculam uma média de 80 ml, menos da metade de um copo de requeijão.

3. O sangue da menstruação é sempre vermelho?
Nos dias em que o fluxo é menor, o sangue fica marrom como borra de café; quando aumenta, pode adquirir um tom vermelho-vivo. E, nos dias em que o fluxo é muito intenso e sai em forma de pequenos coágulos, fica cor de vinho.

4. Menstruação tem cheiro?
O sangue não tem cheiro. Mas quando passa pelo canal da vagina entra em contato com bactérias e ganha um odor característico. Se ele é muito ruim, pode indicar alguma infecção.

5. Por onde sai o sangue de quem é virgem?
O hímen tem um orifício capaz de dar vazão ao sangue.

6. Posso transar menstruada?
Pode. Menstruada ou não, é necessário usar camisinha.

7. Há o risco de engravidar?
Existe a possibilidade, mas ela é mais rara.

8. É verdade que, na piscina, o sangue não desce?
O que acontece é que a água, se estiver gelada, contrai os vasos, o que dificulta a vazão do sangue. Quando você sair da água, tudo volta ao normal.

9. Quem toma pílula também menstrua?
A única diferença é que quem toma pílula não expele o óvulo durante a menstruação. A quantidade de sangue e as cólicas também diminuem.

10. Tomar pílula sem intervalo interrompe a menstruação?
Sim. Se a idéia é atrasar a menstruação por causa de uma viagem, por exemplo, não há problema, mas não é para fazer isso a toda hora.

11. Em que idade as meninas ficam menstruadas?
Em média entre 9 e 14 anos. Se, aos 14, a menina ainda não tem seios desenvolvidos ou pêlos no púbis e nas axilas, é recomendável procurar um médio para entender melhor o que está acontecendo.

12. Quanto tempo dura o ciclo menstrual?
De 20 a 35 dias. Mas a maioria das mulheres tem ciclos de 28 dias. Conte a partir do primeiro dia da menstruação até o último dia antes de descer de novo.

13. Quando o ciclo fica regular?
Cerca de seis meses a dois anos depois da primeira menstruação.

14. Quantos dias dura a menstruação?
Cerca de 3 a 7 dias. Pode durar um pouco mais, desde que o fluxo diminua.

15. Quantos absorventes devo usar por dia?
Depende da garota. Tem gente que gosta de trocar a toda hora. Em média, o ideal é trocá-lo de três a quatro vezes por dia, mesmo nos dias de fluxo intenso. Se eles ficam encharcados e é preciso trocá-los mais de seis vezes no mesmo dia, pode haver algo errado.

16. Absorvente dá alergia?
Algumas garotas sentem coceira quando usam determinado absorvente. A solução é trocar a marca até encontrar uma que não cause irritação. Se não der certo, coloque algodão entre a pele e o absorvente.

17. Menina virgem pode usar absorvente interno?
Pode. O hímen tem um orifício por onde passa o absorvente. Há os absorventes internos do tipo mini ou teen.

18. Posso dormir com o absorvente interno?
Não. O absorvente interno deve ser trocado a cada três ou quatro horas, no máximo. O sangue é um meio propício para a reprodução de bactérias. O risco de infecções é alto.

19. E se eu transar de absorvente interno?
Na hora da transa, o canal da vagina aumenta de tamanho (de 7 cm para 10 cm). Se o garoto não perceber o absorvente (o o.b. ocupa cerca de 5 cm da vagina), vai empurrá-lo para dentro e pode até machucar. Por isso, mesmo que o amasso esteja quente, peça licença, vá ao banheiro e tire o absorvente.

20. E se o fiozinho ficar preso lá dentro?
Lave as mãos, lubrifique o polegar e o indicador com vaselina e introduza-os na vagina. Se não conseguir retirá-lo, tem que ir ao médico.

21. O que acontece se alguém esquecê-lo na vagina?
As bactérias da flora vaginal vão se reproduzir muito. O primeiro sinal é um cheiro ruim. Em seguida, dores e febre. Se mesmo assim a menina não se ligar, a infecção pode se espalhar pelo corpo todo e até causar a morte.

22. Cólica é igual a TPM?
Não. A menina tem cólica quando já está menstruada. Os sintomas da TPM aparecem até 15 dias antes da menstruação e desaparecem assim que ela desce.

23. Existe alguma receita caseira para combater a cólica?
“Chás quentes ou bolsas de água quente podem ajudar”, explica Márcia Gaspar Nunes, ginecologista. Há remédios também. Os mais indicados são antiinflamatórios não-hormonais (como o Ponstan) ou antiespasmódicos (como Buscopan e Atroveran). Evite medicamentos com ácido acetilsalicílico (como Aspirina), que aumentam o fluxo sangüíneo.

24. Menstruação dá diarréia?
Algumas meninas podem ter diarréia na menstruação. O útero libera uma substância chamada prostaglandina, que provoca contrações musculares – por isso a cólica – e também pode alterar o trânsito intestinal.

25. Como saber se eu tenho tensão pré-menstrual?
Se essas mudanças de humor, irritação ou depressão só aparecem dias antes da menstruação e desaparecem no dia em que você fica menstruada, pode ser TPM. Inchaço e dor nos seios, dor de cabeça, inchaço na barriga e muita vontade de comer doces também são sintomas.

Fonte: http://teen.zoelmalima.com/?p=26

domingo, 29 de agosto de 2010

Métodos Anticoncepcionais

Essa semana teremos um **quiz** sobre os métodos anticoncepcionais, e o The Crazy está bem preparado!!!!! Olha todas as informações que aprendemos:



Camisinha Masculina:

* É uma capa fina de borracha que cobre o pênis durante a relação sexual, para impedir o contato do pênis com a vagina, com o ânus, com a boca.
* A camisinha funciona como uma barreira. O esperma ejaculado pelo homem fica retido na camisinha, assim os espermatozóides não entram no corpo da(o) parceira(o).
* As camisinhas masculina ou feminina são os únicos métodos que oferecem dupla proteção: protegem, ao mesmo tempo, de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez.
* Nunca se deve usar duas camisinhas ao mesmo tempo, nem masculina com feminina, nem duas masculinas, nem duas femininas, pois o risco de rompimento é maior.
* A camisinha é prática. É usada apenas na hora da relação sexual e não atrapalha o prazer sexual.
* É necessário guardar a camisinha em um lugar que não fique exposta ao calor, e verificar o prazo de validade e o carimbo do Inmetro.

Camisinha Feminina:

* É um tubo feito de plástico macio, fino e resistente, que já vem lubrificado e que se coloca dentro da vagina, para impedir o contato do pênis com a vagina.
* É eficaz para prevenir as doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez se usada em todas as relações sexuais.
* Pode ser colocada na vagina imediatamente antes da penetração ou até 8 horas antes.
* Funciona como um método de barreira, impedindo os espermatozóides de entrar no corpo da mulher.

Pílula Anticoncepcional:


* São feitas de hormônios parecidos com os hormônios produzidos pelos ovários da mulher, o estrogênio e a progesterona. Agem impedindo a ovulação.
* São muito eficazes quando usadas corretamente, ou seja, todos os dias, de preferência no mesmo horário.
* A fertilidade da mulher, que é a capacidade dela engravidar, retorna logo após ela ter parado de tomar a pílula.
* Pode haver efeitos colaterais no começo, mas, na maioria das vezes, eles desaparecem. Se eles continuarem por mais de três meses, deve-se conversar com o médio para trocar de pílula.

Injeções Anticoncepcionais:

* Também agem impedindo a ovulação e são muito eficazes quando utilizadas corretamente.
* Existem dois tipos de injeção anticoncepcional: a injeção aplicada uma vez por mês e a injeção aplicada de três em três meses. Com a injeção trimestral, é muito freqüente a mulher ficar sem mestruar.

Pílula do Dia Seguinte:

* Age impedindo ou retardando a ovulação e diminuindo a capacidade dos espermatozóides de fecundarem o óvulo.
* Pode ser usada quando houve a relação sexual sem o uso de nenhum anticoncepcional ou/e ocorrer o rompimento da camisinha.
* Deve ser usada apenas em casos emergenciais e não de forma rotineira, porque a quantidade de hormônios é grande.

Diafragma:

* É uma capa flexível de borracha ou de silicone, com uma borda em forma de anel, que é colocada na vagina para cobrir o colo do útero. Evita a gravidez impedindo a entrada dos espermatozóides dentro do útero.
* Existem diafragmas de diferentes tamanhos, sendo necessária a medição por profissional de saúde para determinar o temanho adequado para cada mulher.
* Pode ser usado com espermicida.
* Deve ser colocado em todas as relações sexuais, minutos ou horas antes do contato entre o pênis e a vagina.
* Só deve ser retirado de seis a oito horas após a última relação sexual, que é o tempo suficiente para que os espermatozódies que ficaram na vagina morram.
* Depois de utilizá-lo, deve-se laválo com água e sabão neutro, secá-lo bem e guardá-lo em um estojom em lugar seco e fresco, e não exposto à luz do sol.
DIU- Dispositivo Intra-uterino.

* É um pequeno objeto de plástico que pode ser recoberto de cobre ou conter hormônio, colocado no interior do útero para evitar a gravidez. Age inativando ou matando os espermatozóides, impedindo o encontro dos espermatozóides com o óvulo.
* A colocação do DIU deve ser feita por um profissional de saúde preparado.
* É um método muito eficaz, dura cerca de dez anos após sua colocação, mas pode ser retirado a qualquer momento, se a mulher assim desejar ou se apresentar algum problema.

Fonte: Cartilha sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos- Ministério da Saúde.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Como Atuam os Hormônios e Os Neurotransmissores nas Mulheres

Estrógenos

A partir da puberdade, o estrogênio que passa a ser mais importante é o estradiol, responsável pela ciclicidade da menstruação.

Outro estrigênio, a estrona, é chamado de estrogênio da menopausa.




Progesterona

A progesterona favorece a menstruação, a fecundação, o transporte e a implantação do óvulo fecundado até o útero, a manutenção da gravidez e a lactação. É conhecida como o hormônio da gravidez.

É produzida, fundamentalmente, no ovário, nos 15 dias que sucedem à ovulação através de uma organela chamada corpo lúteo, que é o local de onde, mensalmente, sai o óvulo.


A Interação dos Hormônios e Outros Elementos

Os estrógenos agem sobre os neurotransmissores e os opiáceos naturais, principalmente as endorfinas.


Endorfinas

Elas controlam a temperatura basal do corpo, atuam sobre o sistema cardiovacular e respiratório, ativam a transpiração, aliviam a dor, interferem no humor e na atividade locomotora.


Gonadotrofina Coriônica

Esse hormônio só entra em ação quando a mulher está grávida e a sua meta é levar a gestação até o término através da função placentária. Ele é produzido a partir da fecundação do óvulo por tecidos que compõem a gestação. É o hormônio que aponta, pelo seu aparecimento no sangue e na urina da mulher, a gravidez.


Testosterona

Nos homens, ele encontra-se presente de 20 a 30 vezes mais do que nas mulheres.

Nas mulheres aumentam do 7º ao 17º dia do ciclo, aumentando o desejo sexual.


Prolactina

Produzida pela hipófise, e diretamente subordinada ao córtex, aumenta durante a gravidez e atinge seu pico máximo durante a amamentação.

Antigamente acreditava-se que esse hormônio tinha a única função de produzir o leite para a amamentação. Hoje sabe-se que esse hormônio tem influência na performance sexual.

Ela diminui o desejo sexual das mulheres durante a amamentação, época em que inibe também a lubrificação que ocorre nos genitais na fase de excitação.

No homem, pode influenciar na impotência sexual e diminuir a produção de espermatozóides.


Adrenalina

É um neurotransmissor com a meta de preparar o organismo para reagir diante de uma ameaça.


Serotonina

É um neurotransmissor que tem como meta a modulação do humor.


Ocitocina

Secretada pela hipófise posterior, porém encontrada em todos os tecidos do corpo, está ligada ao contato físico. Tem grande importância durante o parte e seus picos ocorrem durante o orgasmo e a amamentação (durante o aleitamento, faz com que o leite materno seja ejetado logo após o toque do bebê no seio).

No homem, acelera a ejaculação e aumenta a sensibilidade do pênis.

Ligado então ao toque, acompanha-nos desde o nascimento até a morte.


Fonte: Conhecendo Nossos Hormônios. (Livro).

Eliezer Berenstein.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A testosterona existe tanto nos homen quanto nas mulheres?

Os responsáveis pelas mudanças na puberdade são os hormônios. Hormônios são substâncias químicas que o corpo produz e que atuam não somente nos órgãos reprodutores, mas também sobre o cérebro. Quando a puberdade se inicia, uma área do cérebro, chamada hipotálamo, envia uma mensagem para uma glândula chamada pituitária ou hipófise. Do tamanho de uma ervilha, e também situada no cérebro, a hipófise começa a produzir dois hormônios: LH (hormônio luteotrófico) e FSH (hormônio folículo estimulante). Esses dois hormônios viajam pelo sangue até os ovários da menina e até os testículos do menino.

A testosterona é um hormônio produzido tanto nos homens quanto nas mulheres. Nos homens pelos testículos e nas mulheres pelos ovários, e, em pequenas quantidades também pelas glândulas supra-renais, em ambos os sexos.
A síntese da testosterona é estimulada pela ação do LH.

Nas mulheres, a testosterona influencia principalmente a libido, a vontade sexual. Na idade fértil, o nível deste hormônio sobre antes da ovulação, aumentando o desejo.

O organismo de um adulto do sexo masculino produz cerca de vinte a trinta vezes mais a quantidade de testosternoa que o organismo de um adulto do sexo feminino, tendo assim um papel importante no desenvolvimento das diferentes características corpoais.



quarta-feira, 28 de julho de 2010

Sobre o Tamanho do Pênis














Muitos homens se preocupam com o tamanho do pênis, mas não há razões para comparações: O prazer sentido não diminui ou aumenta de acordo com o tamanho.
A região mais sensível à estimulação na vagina da mulher é a entrada, onde a maioria das terminações nervosas estão localizadas. A vagina tem profundidade variável de 9 a 12 cm, com a elasticidade para mudar de tamanho quando a mulher está excitada.
Além disso, é importante lembrar que o prazer vai muito além da penetração do pênis na vagina, o contato, o envolvimento, a vontade não podem ser medidos em centímetros e calculados como o tamanho do pênis.

O tamanho médio do pênis ereto do home adulto é entre 13,5 e 16,5 cm.
A diferença maior geralmente é entre os pênis flácidos (moles) e diminui com a ereção.

O pênis pode diminuir temporariamente de tamanho, como, por exemplo, com uma ducha gelada, o tempo frio, o cansaço, o nervosismo. Ele encolhe um pouco por um tempo mas depois volta para o tamanho normal.

Fonte: Livro- Sexo para adolescentes- Marta Suplicy.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Virgindade


O hímen


O hímen possuí um orifício cujo tipo varia de mulher para mulher. O tipo mais comum tem somente um orifício em forma de anel, e por isso se chama anular. É através desse orifício que as secreções e o sangue da menstruação saem da vagina.
Alguns hímens sangram ao se romper, enquanto outros não sangram.
Mesmo através de exame médico, é difícil garantir se uma pessoa já teve ou não relação sexual. Existe um tipo de hímen, que 15% das mulheres têm, chamado complacente. Ele é mais grosso e elástico e, em vez de romper durante as relações sexuais, ele cede e depois volta à posição anterior.
Existem alguns casos raros em que a mulher não tem hímen e também em que o hímen não tem orifício. Neste caso, na puberdade, é necessário ir ao médico para furá-lo.

Mas ser virgem não é só isso...

Ser virgem foi, e ainda é, considerado por algumas pessoas algo muito importante. Essa idéia não é estranha, pois a primeira relação sexual é realmente marcante tanto para a menina quanto para o menino. A importância da primeira relação está em ser o início da vida sexual conjunta. Portanto todos os esforços deveriam ser feitos na direção de a perda da virgindade ser uma experiência gostosa e responsável.
Algumas pessoas dão importância à "perda da virgindade" não por ser a primeira relação sexual, mas por acreditarem que a "honra da mulher" está nessa membrana chamada hímen.
É necessário repensar o termo "perda" porque quando a relação sexual ocorre com maturidade ocorre um ganho. A mulher não é um objeto que vale mais ou menos porque não tem um hímen.
Durante muitos séculos e em culturas diferentes, a manutenção do hímen foi muito valorizada, como por exemplo na tradição de colocar no dia seguinte ao matrimônio o lençol manchado de sangue na janela.
Manter a virgindade ou deixar de ser virgem é uma escolha, que deve ser refletida tanto pelo homem quanto pela mulher. Um cuidado bastante importante é o preservativo, para a prevenção tanto de doenças sexualmente transmissíveis quanto de uma gravidez não desejada.
Distorções como "mulher que presta tem que ser virgem", ou "macho que é macho faz sexo com várias mulheres" devem ser desconstruídas, essa pressão e cobrança transformam uma experiência importante e prazerosa em algo esvaziado de sentido, só para atender expectativas sociais e não aos próprios desejos, sentimentos e planos.

Fonte: Sexo para adolescentes- Marta Suplicy.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Resposta Sexual e Orgasmo


Orgasmo é a conclusão do cliclo de respostas sexuais, sendo uma reação do corpo que dura apenas breves segundos sentida durante o ato sexual, ou de masturbação, resultado de intensa excitação das zonas erógenas ou órgão sexuais. Orgasmo é caracterizado por intenso prazer físico, controlada pelo sistema nervoso autônomo. Sendo acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos inferiores, que rodeiam os órgãos genitais e o ânus, sendo freqüentemente associados a outras ações involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo e uma sensação general eufórica.
O orgasmo é atingido após a estimulação direta dos órgãos eréteis, pênis e clitóris, por um período de tempo. Esta estimulação pode ser causada pela atividade sexual, masturbação, sexo oral, sexo não penetrativo, um vibrador, ou por eletroestimulação. Qualquer estimulação sexual do pênis ou clitóris podem eventualmente resultar em um orgasmo, mas também pode ser atingido pela estimulação de outras zonas erógenas, na ausência de estimulação física, através de estimulação psicológica, por exemplo.

A reação sexual masculina

A excitação sexual masculina desenvolve-se geralmente em quatro fases: a fase de excitação, a fase do “platô”, a fase orgástica e a fase de resolução.
A fase de excitação, variando em cada indivíduo, dura de dois a cinco minutos, mas pode ser muito rápida. O pênis entra em ereção (alongamento e endurecimento), levanta e expõe a glande. Ao mesmo tempo, inicia-se na uretra a secreção de um líquido branco transparente.
Em seguida, vem a fase do “platô”, cuja duração também varia segundo indivíduo. Nela, a secreção atinge seu máximo.
A fase orgástica dura em média de cinco a dez segundos, é sentido um intenso prazer, as vesículas seminais se contraem quatro, cinco vezes e expulsam o esperma em jatos sucessivos.
Na fase de resolução os órgãos eréteis desincham e é impossível receber um novo estímulo. É a fase refratária, onde o homem fica inapto a qualquer relação sexual.







A reação sexual feminina


Na fase de excitação os grandes lábios incham e mudam de cor. Os pequenos lábios e o clitóris ficam irrigados de sangue, e também incha e muda de cor. A terça parte superior da vagina se dilata e a terça parte inferior se retrai, ao mesmo tempo em que ocorre um processo de lubrificação, umedecendo a vagina. Durante a fase de “platô”, ocorre uma secreção das glândulas no interior da vagina.
Durante a fase orgástica, além da mudança na coloração dos órgãos genitais, há a dilatação da vagina acompanhada de uma retração do clitóris. Há contrações dos músculos, bem como contrações do útero, explosivas e indolores, em ligeira ascensão.
A sensação orgástica pode ser muito intensa, acompanhada de um bloqueio da respiração e aceleração do ritmo cardíaco.






Fonte: http://camanarede.terra.com.br/orgasmo/orgasmo_00.htm
Livro: Adolescentes Perguntam. Cristian Spitz. 1997.

www.publisaude.com.br

terça-feira, 20 de julho de 2010

Ciclo Menstrual



A menstruação é uma descamação do endométrio (membrana que reveste a cavidade do útero, em vermelho na figura), acompanhada de saída de sangue. Isto ocorre porque os ovários reduzem muito a secreção de hormônios, e estes, por vários mecanismos, reduzem o estímulo ao endométrio, cujas células morrem e descamam. O primeiro dia do ciclo menstrual é o dia de início da menstruação, não importando quantos dias ela dure.

O folículo começa a crescer mais ou menos a partir do sétimo dia do ciclo. Durante seu crescimento, secreta quantidades cada vez maiores de estradiol, que é um hormônio feminino. Este hormônio produz as seguintes alterações na mulher:

* estimula o crescimento do endométrio: depois da menstruação, o endométrio é muito fino. Conforme a secreção de estradiol vai aumentando, começa a se tornar espesso e se preparar para a implantação do embrião.
* estimula a secreção de muco pelo canal cervical: quanto mais estradiol é secretado, mais o muco tende a ficar receptivo ao espermatozóide.

Quando a quantidade de estradiol no sangue é máxima, o endométrio atinge também o máximo crescimento e o muco se torna ótimo para ser penetrado pelo espermatozóide. É neste período que ocorre a ovulação.
Em média, a ovulação ocorre no décimo quarto dia do ciclo menstrual (mas pode ocorrer antes ou depois, sem que isso impeça a gravidez).

Após a ovulação, o folículo se transforma numa estrutura chamada corpo lúteo, e passa a fabricar, além do estradiol, o hormônio progesterona, que vai terminar o preparo do endométrio para a implantação do embrião.
Se não ocorre fecundação, então a progesterona e o estradiol param de ser fabricados pelo corpo lúteo, seu nível diminue no sangue e se inicia outra menstruação.

Fonte: http://www.unifesp.br/grupos/rhumana/ciclo.htm

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Como ocorre a ejaculação?

A mistura de espermatozóides mais secreções da vesícula e da próstata é chamada de sêmen.

A ejaculação é o fenômeno da evacuação do sêmen. Ocorre na fase de ereção do pênis em que há uma grande liberação de energia a que chamamos de orgasmo. Geralmente em uma ejaculação são descarregados de 2 à 5 ml de esperma, o líquido restante é apenas suporte para assegurar a sobrevivência dos espermatozóides em seu deslocamento.

Na imagem a seguir, é possível ver o percurso do esperma e do sêmen durante a ejaculação, indicados pelas setas:

No testículo, o esperma fica reservado no epidemio. Com o excitamento sexual e a propagação do orgasmo, o esperma sai do epidemio e percorre o tubo deferente (ambos os tubos deferentes, o que sai do testículo esquerdo e o que sai do testículo direito). O tubo deferente é longo e faz um arco para cima, alcançando a posição em que está a bexiga, passa ao largo externo dela e aí o tubo deferente começa a descer. O tubo deferente passa próximo da vesícula seminal e a pouca distância abaixo desta, o tubo deferente encontra o duto proveniente da vesícula seminal, este outro duto é chamado de duto ejaculatório. O esperma que vêm do tubo deferente mescla-se aos líquidos excretados pela vesícula seminal, trazidos pelo duto ejaculatório. A partir desse ponto se está ejaculando o esperma mesclado dos líquidos excretados pela vesícula seminal. O tubo deferente e o duto ejaculatório se encontram no interior da próstata, e tornam-se um único canal ao qual chamamos por uretra. A uretra tanto descarrega esperma tanto quanto urina. Na uretra, logo que deixa a próstata, há um mecanismo de oclusão que impede que o esperma esperma se misture com a urina, numa parte mais larga da uretra, o "bulbo da uretra". Agora temos uma mescla de esperma mais líquidos produzidos pelas vesículas seminais e líquidos produzidos pela próstata, a ejaculação então percorre a uretra, até chegar no orifício da cabeça do pênis (meato).

Pronto. Os espermatozóides contidos no esperma, devidamente protegidos pelos líquidos produzidos pelas vesículas seminais e próstata, são arremessados para fora do pênis, concomitantemente há uma sensação de intenso prazer.

Pode ocorrer uma ejaculação de pré-orgasmo, na qual é expelida apenas os líquidos da vesícula seminal e próstata, ou estes líquidos mais uma pequena porção de esperma, e posteriormente com o aumento da tensão sexual se dará a ejaculação plena de esperma.

Fonte: http://seupenis.br.tripod.com/ejaculacao/ejaculacao.html

terça-feira, 18 de maio de 2010

??????Dúvidas??????


Que mudanças acontecem no corpo na adolescência?

Por que na adolescência passamos por tantas fases?

Como ocorre o amadurecimento na adolescência?

Como são os órgãos genitais?

Por que ocorre a menstruação?

Com quantos anos o corpo fica na fase adulta?

Qual é a “hora H” em um relacionamento?

O que acontece com o corpo depois da perda da virgindade?

Quais são os tipos de relações sexuais?

Homossexuais também têm relações sexuais?

O que é fornicação?

Qual é a relação entre os hormônios e a masturbação?

Mulher também se masturba?

Quais os perigos da masturbação?

Por que os relacionamentos hoje em dia estão tão mudados?

Por que num relacionamento as mulheres ficam sensíveis, sentimentais?

Por que as adolescentes (mulheres) se dão melhor com as mães?

Por que as famílias estão menos rígidas com os adolescentes?

A camisinha protege contra doenças sexualmente transmissíveis e também contra a gravidez?

Que remédios podem ser usados para a prevenção?

Como surgem os preconceitos?


No nosso último encontro listamos algumas das dúvidas comuns dos adolescentes quando o assunto é sexualidade.
Durante todo o ano nós do The Crazy teremos a oportunidade de conversar sobre essas dúvidas e muitas outras, não só buscando respostas mas também discutindo, debatendo, dialogando sobre todos os temas.
Este espaço de conversa e aprendizagem também será extendido aqui, para o blog.
Por isso, através dos comentários, todos também poderão colocar outras dúvidas e o que quiserem dizer.
Aproveite este primeiro post sobre as dúvidas para comentar sobre suas curiosidades e perguntas...
Logo que aprendermos mais sobre os assuntos nos encontros registraremos aqui.


O nosso próximo encontro será sobre o tema: heterossexualidade, homossexualidade e bissexualidade.
Você tem perguntas sobre esse assunto? Aproveite os comentários para expressá-las!!


sábado, 15 de maio de 2010

The Crazy




Este blog é o espaço que nós do grupo The Crazy criamos para discutirmos sobre os assuntos que veremos durante o ano no Ateliê de Desenvolvimento Humano e Sexualidade da nossa escola. Conversaremos sobre vários assuntos como adolescência, corpo, relacionamentos, relações sexuais, gênero, homossexualidade e bissexualidade, opinião dos pais, etc.
Aqui colocaremos textos, vídeos, notícias, letras de músicas, dúvidas, opiniões, além de contarmos tudo o que aprendermos e descobrirmos nos encontros.